Esse homem simples, na maneira de ser - e quem pensa que era pobre, no sentido de não ter recursos para manter-se, está enganado. Um carpinteiro naquela época era uma profissão não muito remunerada, mas tinha um certo retorno financeiro que dava para comer o pão de cada dia com dignidade e perseverança. Tinha um status de classe média-média, comparando com os dias atuais, nos moldes do brasileiros, digamos assim.
Mané, para os íntimos, era um homem muito bem relacionado, trocava idéia com todos, muito bem humorado e simpático. Conversava sobre esperaça e paz com as pessoas de todas as classes, dos menos favorecidos materialmente, aos grandes da sociedade judaica e romana de sua época. Chamei-o de Mané, não pejorativamente, seu nome era Emmanoel, e mais! Jesus no aramaico quer dizer YESHUA, e este, foi que deu origem aos nomes de Joshua, Josué, Oseias e José, o som pronuciado era o mesmo para todos eles. Logo, YESHUA ---> JESUS ---> JOSÉ / EMMANOEL ---> MANOEL ---> MANÉ / JOSÉ MANOEL / ZÉ MANÉ.
Nome simples, que as vezes soa como chacota. Mas nosso Zé Mané da Silva, o Carpinteiro, era um anônimo, não procurava púlpitos nem fazia marchas para ele mesmo, nem pro seu Pai. E em pouco tempo tornou-se a pessoa mais famosa do mundo, "dono" da religião dominante, chegando até mesmo a dividir a história antes e depois dele, não porque quis, mas assim o fizeram.
Um ser tão humano, e tão divino ao mesmo tempo com um olhar apenas, cativava muita gente, voz suave e penetrante.
Algo extraodinário, estava dentro e saía dele, sacudia o interior dos que tinham ouvidos para ouvir, mas os surdos religiosos não ouviam, e nunca ouvirão, pois o órgão que aguça esse sentido está petrificado. Esse cara era os mais brother de todos com os amigos, e o mais intolerante com o sistema opressor. Movido pela paixão de viver e da liberdade, não aceitava a injustiças, mas com intrepidez combatia com palavras, mas acima de tudo agia, transformando gestos em ações que mudaria o cerne dos que viam a beleza do Amor que transbordava em seus poros.
Cativador de "pessoinhas", de almas feridas, oprimidas, pelo descaso e da pompa política proselitista. "Gente da gente", que não pisaria os pés nos templos atuais, pois os vendilhões vendem mais do que cordeiros, pombas ou relíquias, negociam suas almas com o inferno. Não sentaria na roda dos pastores! Foi mal, foi mal... na roda dos escarnecedores, melhor dizendo, ou esclarecendo! Sua essência é: "Quando olhamos para ele vemos como o ser humano deveria ser, e quando olhamos para ele enxergamos Deus". (Lausane, Suiça - 1974)
Se brasileiro, ia jogar bola, tocar pandeiro, zabumba e acordeon, ouvir Bossa Nova, com a viola seria pantaneiro, nos pampas tomaria chimarrão.
Ah, que saudade dos manés! Seus sonhos tronavam-se realidade, antes de abrir a boca, realizava-os!
Palavras objetivas e sinceras como no famoso Sermão do Monte, não seriam pauta em nenhuma convenção eclesiástica.
Não chamaria de Sermão, esse nome pareci algo forte, alienador, duro, denominaria de, talvez, "Diálogos Sobre Alegria, Esperança, Fé e Vida no Monte".
Era tão pasciente com seus amigos mais chegados, que um negou e arrependeu-se depois, e outro chegou até traí-lo, mas seu fim foi o suicídio. Sua Vida era baseada nas andanças pelas entranhas do cotidiano. E fazia o indivíduo refletir sobre sua própria existência e jamais recrutando-os ou forçando-os a seguí-lo. "Quem quiser vir após mim...", disse Mané, e não: "Venham após mim...", não pode ser uma imperatividade, uma obrigação, mas sim uma opção, e se a reflexão sobre esse convite vier a ter uma reposta positiva, bem aventurado será.
(Sem falar que os seguidores do Cristianismo, proporcionaram guerras, mortes, inquisições. Muitos que detiam o poder e que dominavam o conhecimento religioso, interrompiam a liberdade de expressão, e conhecimentos diversos que iam de encontro com tais convicçoes erroneas daquele que jamais apoiaria essas misérias que até nos dias de hoje são dissiminadas)
Homem que tinha uma profunda amizade com os puros de coração, seja pobres, ricos, reis, não importa a origem. Sempre houveram pessoas que o conheceram mesmo depois de sua morte através do dom mais imortante que ele deixou, o Ágape de Deus, demonstrando que ele não ficou numa sepultura, mas ressurgiu e ressurge a cada momento que o Amor é transbordado alcançando os mesmos abatidos que sempre foram rejeitados pelo sistema malvado que envolve também o mundo religioso.
José Manoel, o Cristo, não fundou nenhuma religião, não abriu nenhuma igreja, não ordenaria nenhum pastor ou padre (e nçao seria um deles), não faria concílios, nem convenções, enfim, não seria cristão muito menos evangélico.
Reflita muito sobre isso!
Marcus Rios, que gostaria de conhecê-Lo mais e mais!
Mané, para os íntimos, era um homem muito bem relacionado, trocava idéia com todos, muito bem humorado e simpático. Conversava sobre esperaça e paz com as pessoas de todas as classes, dos menos favorecidos materialmente, aos grandes da sociedade judaica e romana de sua época. Chamei-o de Mané, não pejorativamente, seu nome era Emmanoel, e mais! Jesus no aramaico quer dizer YESHUA, e este, foi que deu origem aos nomes de Joshua, Josué, Oseias e José, o som pronuciado era o mesmo para todos eles. Logo, YESHUA ---> JESUS ---> JOSÉ / EMMANOEL ---> MANOEL ---> MANÉ / JOSÉ MANOEL / ZÉ MANÉ.
Nome simples, que as vezes soa como chacota. Mas nosso Zé Mané da Silva, o Carpinteiro, era um anônimo, não procurava púlpitos nem fazia marchas para ele mesmo, nem pro seu Pai. E em pouco tempo tornou-se a pessoa mais famosa do mundo, "dono" da religião dominante, chegando até mesmo a dividir a história antes e depois dele, não porque quis, mas assim o fizeram.
Um ser tão humano, e tão divino ao mesmo tempo com um olhar apenas, cativava muita gente, voz suave e penetrante.
Algo extraodinário, estava dentro e saía dele, sacudia o interior dos que tinham ouvidos para ouvir, mas os surdos religiosos não ouviam, e nunca ouvirão, pois o órgão que aguça esse sentido está petrificado. Esse cara era os mais brother de todos com os amigos, e o mais intolerante com o sistema opressor. Movido pela paixão de viver e da liberdade, não aceitava a injustiças, mas com intrepidez combatia com palavras, mas acima de tudo agia, transformando gestos em ações que mudaria o cerne dos que viam a beleza do Amor que transbordava em seus poros.
Cativador de "pessoinhas", de almas feridas, oprimidas, pelo descaso e da pompa política proselitista. "Gente da gente", que não pisaria os pés nos templos atuais, pois os vendilhões vendem mais do que cordeiros, pombas ou relíquias, negociam suas almas com o inferno. Não sentaria na roda dos pastores! Foi mal, foi mal... na roda dos escarnecedores, melhor dizendo, ou esclarecendo! Sua essência é: "Quando olhamos para ele vemos como o ser humano deveria ser, e quando olhamos para ele enxergamos Deus". (Lausane, Suiça - 1974)
Se brasileiro, ia jogar bola, tocar pandeiro, zabumba e acordeon, ouvir Bossa Nova, com a viola seria pantaneiro, nos pampas tomaria chimarrão.
Ah, que saudade dos manés! Seus sonhos tronavam-se realidade, antes de abrir a boca, realizava-os!
Palavras objetivas e sinceras como no famoso Sermão do Monte, não seriam pauta em nenhuma convenção eclesiástica.
Não chamaria de Sermão, esse nome pareci algo forte, alienador, duro, denominaria de, talvez, "Diálogos Sobre Alegria, Esperança, Fé e Vida no Monte".
Era tão pasciente com seus amigos mais chegados, que um negou e arrependeu-se depois, e outro chegou até traí-lo, mas seu fim foi o suicídio. Sua Vida era baseada nas andanças pelas entranhas do cotidiano. E fazia o indivíduo refletir sobre sua própria existência e jamais recrutando-os ou forçando-os a seguí-lo. "Quem quiser vir após mim...", disse Mané, e não: "Venham após mim...", não pode ser uma imperatividade, uma obrigação, mas sim uma opção, e se a reflexão sobre esse convite vier a ter uma reposta positiva, bem aventurado será.
(Sem falar que os seguidores do Cristianismo, proporcionaram guerras, mortes, inquisições. Muitos que detiam o poder e que dominavam o conhecimento religioso, interrompiam a liberdade de expressão, e conhecimentos diversos que iam de encontro com tais convicçoes erroneas daquele que jamais apoiaria essas misérias que até nos dias de hoje são dissiminadas)
Homem que tinha uma profunda amizade com os puros de coração, seja pobres, ricos, reis, não importa a origem. Sempre houveram pessoas que o conheceram mesmo depois de sua morte através do dom mais imortante que ele deixou, o Ágape de Deus, demonstrando que ele não ficou numa sepultura, mas ressurgiu e ressurge a cada momento que o Amor é transbordado alcançando os mesmos abatidos que sempre foram rejeitados pelo sistema malvado que envolve também o mundo religioso.
José Manoel, o Cristo, não fundou nenhuma religião, não abriu nenhuma igreja, não ordenaria nenhum pastor ou padre (e nçao seria um deles), não faria concílios, nem convenções, enfim, não seria cristão muito menos evangélico.
Reflita muito sobre isso!
Marcus Rios, que gostaria de conhecê-Lo mais e mais!
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