terça-feira, 28 de setembro de 2010

Ser, apenas, e uma resposta...

Não sei se vc já se perguntou alguma vez: "O que eu vou ser quando crescer?". Ou; "O que vou fazer?", ou; "O que devo fazer?"...

Perguntas que podem levar o resto da vida sem ter respostas.

Talvez alguém pode ser infeliz mesmo num trabalho muito bem remunerado. A pessoa estuda e tem um alvo, este, é; ter uma boa profissão, ser um profissional liberal, após a graduação fazer um concurso público... Isso tudo é muito bom, bom mesmo. Mas só, não basta, a melhor resposta pode ser além, pode ganhar bem, e ter dado a resposta certa; pode ganhar mal, e ter dado reposta correta também, mas não deixa de ter o essencial, sendo este muito subjetivo, a depender do estilo de vida, ou não.

A resposta quem dar é cada um, numa individualiade - não individualismo - na essência do Ser. Isso mesmo, Ser! Como assim? Tenho certeza que o vazio se estende sobre os humanos, quando não fazem o que realmente devem fazer.

Ganhar dinheiro, ou muito dinheiro, ser bem sucedido na vida é o sonho de muitos e com razão devem correr atrás dos sonhos, trabalhar é bom, estudar para aprimorar as habilidades profissionais também. Mas não basta, eu acredito, que, numa espécie de vocação, não no sentido proselitista, e, sobretudo, tem que sentir que a vida correspondeu com nossas assertivas.

Assertividade, outra palavra que requer mais uma psotagem detalhada.

Todavia, temos que ser assertivos, para sermos bem sucedidos. Motivação para levar à consciência para superarmos barreiras que o cotidiano nos reserva.

Ser, apenas, pode dar um vasto leque de oportunidades, essencialmente, bucar em nós a resposta que devemos dar. As diversas manifestações, das variadas formas de filosofia, e/ou crença também ajuda nessa caminhada. As vezes só atrapalha, mas depende do foco, como, onde e em quem depositamos nossa confiança, ok?!

Ademais, outra coisa que atrapalha a caminhada do sucesso pessoal é "quem devemos agardar". Talvez o que move sua vida são as vontades de outem, pais, família, amigos...

A resposta você até sabe, mas não tem coragem de expor, mas de uma coisa teho certeza; tomar a decisão correta pode ser dolorosa, mas, com certza, muitos bons frutos colherá e terá um sabor de vitória, e àqueles que quiseram te influenciar, mesmo que não queiram, verá teu sucesso!


Pense nisso!



Marcus Rios, onde a dor se transforma em sabor!

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

O Livro de Eli - trailer legendado (HD)

O Livro de Eli, a Religião e a Vida


Recetemente, alguns meses atrás, nos cimenas de todo o mundo estreou um filme cujo o nome é O Livro de Eli, com Denzel Washington, personagem de Eli. Conta que um homem cego, tem uma missão de levar um livro ao outro lado do país, e por ironia em Alcatraz. Diz ter ouvido uma voz, "saindo dentro dele mesmo", que era para levar um livro, único que restara no mundo, pois todos foram queimados.

Com um tom, apocalíptico ou escatológico, mais este que o outro, mostra no decorrer das cenas que o tal livro serve para dominação para os religiosos, para àqueles que sempre o leram como apenas um livro. Carnegie (Gary Oldman), recruta alguns homens para porcurarem o Livro, pois com ele poderia dominar as pessoas, apenas como um poder religioso. Diferentemente de Eli que, quando entrega, por livre e espontanea pressão, faz uma reflexão: "eu tive esse Livro por trinta anos, e só agora eu percebi que tenho que fazer o que estava escrito; o que eu faço pelos outros tem quer ser mais imprtante, que pra mim mesmo", converteu-se à Vida!

Com essa história, quero ilustrar o seguinte; o mundo precisa do Livro, para que? Dominar, escravizar, manipular, guerrear, matar, estuprar, "santificar", idiotizar, enfim... lascar com os que não tem acesso ao livro, ou até tem, mas não fazem o mais importante: que o conteúdo entrem no coração, não apenas ter o Livro, mas as Palavras do livro transformando nosso cotidiano para melhor.

Acontecem com todos que o tem, os judeus querem uma terra por causa do Livro, América julga-se mais importante por causa do Livro, os islâmicos radicais explodem-se por causa do Livro... E todos entram na mesma armadilha, por causa de mensagens interpretadas por eles mesmos, "o meu deus é o verdadeiro, mais importante, e tem que ser do meu jeito." E o resultado... (?)

Basta Tê-lo para qualquer imbecil abrir as portas de um templo para sarar as tuas feridas hermano, basta adquirí-lo e outros idiotas irem e serem manipulados também.

Quando nos convertemos à Vida, os valores do Livro deixa de ser apenas uma história, passa a ser um manual de caráter, de sinceridade e serviço. A Magia nos contagia! Por um lado, no filme, mostra Carnegie representando Constatino, Roma, a Reforma, o pastor, o padre; por outro, mostra Eli, um cara que entendeu a verdeira mensagem, e preferiu ser gente. Mesmo se fosse preciso sofrer para levar a vida, para outros terem Vida.

Neste blog, bato sempre na tecla da Vida, do Ser Humano, de caráter... Mas não tenho outras palavras pra dizer além de coisas que relamente fazem parte Daquilo que eu entendo como a chave de uma sincera visão de humanidade, de razão... Tento, não ser repetitivo, mas com outros temas quero ser diverso, o que eu puder fazer, ser um Eli, teho que fazer para que todos entendam que, Quem está por trás do Livro é simplesmente a Vida que quer te libertar da manipulção da Religião.


Basta,


Assista, e pense nisso!





Marcus Rios

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Motivação, união e perseverança!

Pequenas atitudes, grandes ações!

Isso faz diferença na vida!



quarta-feira, 15 de setembro de 2010

O Regime e a Coisa do Povo em Construção


Segundo nossa Carta Magna, a Constituição Federal de 1988, fazemos parte de um país democrático;

PREÂMBULO

Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.


Mas em ano de eleição, paramos para pensar um pouco sobre certas coisas, certos vultos de corrupção, compra de votos... voto de cabresto... Sim! Parece que estamos no século passado, mas não em pleno século XXI, pois ainda há resquícios do passado, não muito distante.

Ainda há, também, gente querendo dominar gente, decidir pelo outro. Se, por exemplo, alguém é empregado de uma determinada empresa, e se o patrão, por ventura descobrir que não votaria no seu candidato... Hum... A coisa não vai ficar boa!

E os grandes proprietários rurais? Permanecem coronéis! Decidem sobre os coitados que circuncidam suas propriedades, em troca de "favores", que só, de dois em dois anos (municipal e estadual/federal), "ajudam".

Tantas injustiças ainda ocorrem pelo Brasil a fora.

Certo que, alcaçamos muitas vitórias. Pós 88 principalmente, e a Constituição foi um grande marco histórico para o nosso país.

E ainda acredito, que muitas outras conquistas virão. Basta elegermos pessoas que realmente tenha um ideal democrático de verdade. Somos nós que, colocamos esse povo no poder, e qualquer um de nós, dentro de um sistema de igualdade e democracia, podemos ser eleitos, basta se candidatar(pelo menos um palhaço assumido se candidatou em São Paulo, Tiririca). Aquela idéia; "todo político é ladrão, corrupto", creio que nem todos. Se assim fosse, etávamos, f... ferrados...

Mudança em nós, primeiro, para podermos criticar, se, de outra forma, nos tornamos iguais. Alguém me disse uma vez: "O poder não corrompe, mostra quem de fato é." É muito interessante, e bastatnte filosófico, mas acho que as duas coisas, eu acho...!

Depende muito, de quem, ou de Quem; do que, ou do Que; direciona nossas vidas, e ou ideias, o povo em primeiro lugar, desevolvimento humanitário. Se um politico superfatura verbas públicas, falta melhorias para educação ou saúde, por exemplo. Isso paira mais pela questão de princípios morais e éticos, educação, muito provávelmente.

Quando o país vai mudar, eu não sei. Espero que o mais rápido possível, nós, eu disse; nós, também ajudemos para que essa realidade mude.

Que tal um Projeto de Lei para que filhos de políticos, e eles próprios só estudassem e só fossem atendidos, em escolas e hospitais públicos? Olha só que ideía...? Será que funcionaria...?

Todavia, saindo da ilusão, ou sonho possível, democracia ("demo+kratos", é um regime de governo em que o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos, povo, direta ou indiretamente, por meio de representantes eleitos — forma mais usual. Uma democracia pode existir num sistema presidencialista ou parlamentarista, republicano ou monárquico) e república (respublica - res = coisa, publica = povo, "coisa do povo"), podem um dia, no Brasil e em outras partes do planeta, ser em sua essência , representar aquilo que na origem das palavras sejam de fato e de direito.

Para que um Estado, seja realmente democrático e republicano, não basta apenas estar positivadas, sacramentadas numa lei, mas, sobretudo, conscientemente em cada ciddadão para expulsarmos de uma vez as quadrilhas de colarinho branco (um ou outro sobra) dos assentos das assembléias, congresso e camaras. Analisemos então, muito, nessas eleições em quem vamos votar!


Pense bastante nisso!



Marcus Rios



Padre Alfredinho

Que preciosidade!

Ouça e veja a simpliscidade desse santo! Como não acreditar em Deus? É assim, pelas ações que
relamente O percebemos!

Maravilha!

Maiores informações sobre Padre Alfredinho veja no link abaixo:

http://www.caiofabio.net/2009/conteudo.asp?codigo=05488

Um homem que sofreu em campos de concentração durante a época do Nazismo, mas mostra a magia da Vida!


terça-feira, 14 de setembro de 2010

Santa Subversão

Há alguns dias, conversando com um amigo , falávamos de alguns assuntos que rotineiramente faz parte de questões que regem nossa vida.

Nesse bate-papo rápido, nos refirimos a um pregador da mensagem do evangelho, e a primeira referência que veio em mente foi que ele estaria maluco, doido, lelé mesmo. Minha resposta, muito respeitosoa, eu acho. Foi que: não importava se ele era doido varrido, o que importava era que o Cara sobre quem ele falava era mais doido ainda! Como assim?

Esse Cara, que andou pela Galiléia, falando de um reino de "outro mundo", e que este estaria dentro de nós, que o sistema é malévolo, que a religião não presta, que os fariseus eram uma cambada de gente corrupta, e também os denominavam de sepulturas enfeitadas, e por aí vai. Era lunático.

Brother! O primeiro milagre que esse mano fez foi transformar água em cachaça numa festa! E mais, ele bebeu e dançou! Imagine você num meio religioso fazendo isso?! PQP!!! Depois saiu chamando, um bando de doido que deixava o que tava fazendo para "subverter-se", mas esses, não entendiam ao certo tamanha loucura, no início achavam que os Armadinejades, os Bushs cairiam fora, uma revolução socialista antipetista ia acontecer, e a galera ia "se picar" de Israel, grande frustração! A nova dominação era meio que abstrato.

Um filho da mãe, ou melhor, um filho do Pai, que sem medo nenhum de ser taxado de louco, no meio de tanta gente cheia de si e dos outros, ouvia falar de seus próprios lábios, que ele e aquele Pai era um só, que não havia rendenção fora dele, que era o caminho, sem pagar pedágio nenhum, que é a verdade pura e genuína, e a Vida meu querido... Louco é esse cara que enfrentou a leviandade dos inescrupulosos, em pleno Templo derrubou as indulgências da época.

Essse homem era tão doido, tão doido, que disse que era preciso comer de sua carne, e beber de seu sangue, imagine só meu caro ele falando isso para você, olhando em teus olhos, que só espera coisas boas vindas do alto. Quando via o povo chegando perto, e sabendo de suas intenções ,em seu íntimo, e conhecendo qual seria o pedido daqueles que esperavam mais coisas miraculosas, disse mais; que foi o pão do ceú que desceu, e seus pais comeram no deserto (no Exodo). Quando vira o povo indo embora por causa de tal discurso, ouviam falar: "que absurdo, essa conversa não dá para mim, esse aí não é aquele carpinteiro filho de Maria e José? Deixe-me ir..." Mas o maluco beleza olhou para os que estavam perto e perguntou: " Querem ir também?" A resposta foi mais doida ainda, de outro doido: "Para onde nós iremos, se só você tem as Palavras de Vida eterna?"

Ih, lascou tudo!

Eeles perceberam que de alguma forma, a forma não é nada diante do conteúdo, comiam em pleno sábado, o Shabat Santo. Outro problema sério, pois todos os dias são santos para todos os santos, entende? Minha vida, a tua, teu negócio, tua empresa, tua comida, em qualquer tempo e hora...

Loucura, loucura, loucura - já diz o comunicador.

Essa gente quer morrer! E foi assim que aconteceu com aqueles que enlouqueceram também, seguiram a recomendação de que o modelo sistemático, quando levado tão a sério de forma que faz a nossa vida ser guiada por isso, não era a melhor coisa a ser feita. Levaram a sério a proposta do doidão, que não só as palavras, que surtia muito efeito, mas sobretudo seus gestos e ações esperançava os que viam e ouviam a Realidade. Vidas eram (são) transformadas, pois da Água que bebiam saciava a sede.

A coisa mais fácil, o caminho menos doloroso, nos acomoda e molda de uma forma que nos deixa aquietados, seguir alguém, ou algo, religião e filosofias são muito mais práticos, não faz refletir. sobre questões existenciais. Pensar dá trabalho, e quando isso é exposto, há uma consequência drástica, inquisitoriamente sofreremos porque tudo o que melhor, de uma certa forma torna-se pior. Ser honesto, fiel, competente, trabalhador, é coisa do passado, o mundo é competitivo, temos que passar por cima dos outros (essa é a máxima atual para a maioria), não ser religioso para alguns que estão enclausurados, é outro absurdo!

Queremos a mudança já, nos outros, na política, na rua, em casa, no trabalho, e esquecemos que, quem tem que mudar somos nós, primeiro. Não adianta tentar mudar o Mundo, sem começar por nós mesmos, nosso mundo. Mas é preciso ser louco, uma Santa Loucura! Pagaremos o preço aqui, mas receberemos a recompensa num lugar, que tem que ser construído aqui e agora no interior de cada um de nós!



Pense nisso!




Marcus Rios, que gostaria de enlouquecer!

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Vander Lee - Alma Nua






Ó Pai
Não deixes que façam de mim
O que da pedra tu fizestes
E que a fria luz da razão
Não cale o azul da aura que me vestes
Dá-me leveza nas mãos
Faze de mim um nobre domador
Laçando acordes e versos
Dispersos no tempo
Pro templo do amor
Que se eu tiver que ficar nu
Hei de envolver-me em pura poesia
E dela farei minha casa, minha asa
Loucura de cada dia
Dá-me o silêncio da noite
Pra ouvir o sapo namorando a lua
Dá-me direito ao açoite
Ao ócio, ao cio
À vadiagem pela rua
Deixa-me perder a hora
Pra ter tempo de encontrar a rima

Ver o mundo de dentro pra fora
E a beleza que aflora de baixo pra cima
Ó meu Pai, dá-me o direito
De dizer coisas sem sentido
De não ter que ser perfeito
Pretérito, sujeito, artigo definido
De me apaixonar todo dia
De ser mais jovem que meu filho
E ir aprendendo com ele
A magia de nunca perder o brilho
Virar os dados do destino
De me contradizer, de não ter meta
Me reinventar, ser meu próprio Deus
Viver menino, morrer poeta

Fariseu da Graça (não deixei de sê-lo)


Após ouvir uma mensagem na Vem e Vê Tv, do Marcelo Quintela, percebi algo que já havia percebido, ou melhor, já sabia mas não agia com o que sabia!

Para ser mais claro, nós os "reformadres do nada" criticamos a religião, sarcásticamente descontruimos o evagelho dos evangélicos, mas em contrapartida, não fazemos o que realmente deveríamos fazer: anunciar o evangelho do Evangelho.

Estou indignado comigo mesmo, mas a verdadeira Graça nos constrange, primeiro, e, depois abre nossos olhos dia a dia para nos convertermos das mazelas religiosas que criamos em nós, mesmo após saída das instituições.

Porém se não agirmos de fato, continuaremos eternos religiosos, " temos que esquecer de quem somos, mas lembrando por quem fomos chamados", para que assim as ações possam fazer diferença. O respeito a todos devem continuar, mas isso não quer dizer que devamos compactuar com os religiosos. Mas se alguns desses fazem o que não fazemos, mas o que o Mestre ensina, aí sim devemos nos espelhar, e daí eles deixam de ser religiosos e fazem da recomendação de Tiago, por exemplo, sua verdadeira religião (Tiago 1, 22-27; 2).

A construção de vida é eterna! Até o fim dos nossos dias na terra, e só veremos tudo o que é vverdadeiro quando a última trombeta soar no infinito, enquanto isso, vamos enxergar o outro, em nós, sentir, SERVIR!

Saímos da religião, mas ela ainda não saiu da gente. Que Jesus de Nazaré seja nosso Deus, e não o nosso deus, ou o deus de quem quer que seja.

Pense, reflita, creia, mas tenha fé acima de tudo, e além de todas coisas por causa daquelas, ajamos! Já! Ugertemente! As pessoas precisam de nós, uns dos outros, e de outros...

Não quero mais estender, paro por aqui, mas espero que isso baste para você entender (eu também!).




Marcus Rios, um fariseu da Graça. Não deixei de sê-lo, mas gostaria muito de mudar!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

José Manoel Carpinteiro, jamais fora cristão, nem evangélico...

Esse homem simples, na maneira de ser - e quem pensa que era pobre, no sentido de não ter recursos para manter-se, está enganado. Um carpinteiro naquela época era uma profissão não muito remunerada, mas tinha um certo retorno financeiro que dava para comer o pão de cada dia com dignidade e perseverança. Tinha um status de classe média-média, comparando com os dias atuais, nos moldes do brasileiros, digamos assim.

Mané, para os íntimos, era um homem muito bem relacionado, trocava idéia com todos, muito bem humorado e simpático. Conversava sobre esperaça e paz com as pessoas de todas as classes, dos menos favorecidos materialmente, aos grandes da sociedade judaica e romana de sua época. Chamei-o de Mané, não pejorativamente, seu nome era Emmanoel, e mais! Jesus no aramaico quer dizer YESHUA, e este, foi que deu origem aos nomes de Joshua, Josué, Oseias e José, o som pronuciado era o mesmo para todos eles. Logo, YESHUA ---> JESUS ---> JOSÉ / EMMANOEL ---> MANOEL ---> MANÉ / JOSÉ MANOEL / ZÉ MANÉ.

Nome simples, que as vezes soa como chacota. Mas nosso Zé Mané da Silva, o Carpinteiro, era um anônimo, não procurava púlpitos nem fazia marchas para ele mesmo, nem pro seu Pai. E em pouco tempo tornou-se a pessoa mais famosa do mundo, "dono" da religião dominante, chegando até mesmo a dividir a história antes e depois dele, não porque quis, mas assim o fizeram.

Um ser tão humano, e tão divino ao mesmo tempo com um olhar apenas, cativava muita gente, voz suave e penetrante.

Algo extraodinário, estava dentro e saía dele, sacudia o interior dos que tinham ouvidos para ouvir, mas os surdos religiosos não ouviam, e nunca ouvirão, pois o órgão que aguça esse sentido está petrificado. Esse cara era os mais brother de todos com os amigos, e o mais intolerante com o sistema opressor. Movido pela paixão de viver e da liberdade, não aceitava a injustiças, mas com intrepidez combatia com palavras, mas acima de tudo agia, transformando gestos em ações que mudaria o cerne dos que viam a beleza do Amor que transbordava em seus poros.

Cativador de "pessoinhas", de almas feridas, oprimidas, pelo descaso e da pompa política proselitista. "Gente da gente", que não pisaria os pés nos templos atuais, pois os vendilhões vendem mais do que cordeiros, pombas ou relíquias, negociam suas almas com o inferno. Não sentaria na roda dos pastores! Foi mal, foi mal... na roda dos escarnecedores, melhor dizendo, ou esclarecendo! Sua essência é: "Quando olhamos para ele vemos como o ser humano deveria ser, e quando olhamos para ele enxergamos Deus". (Lausane, Suiça - 1974)

Se brasileiro, ia jogar bola, tocar pandeiro, zabumba e acordeon, ouvir Bossa Nova, com a viola seria pantaneiro, nos pampas tomaria chimarrão.

Ah, que saudade dos manés! Seus sonhos tronavam-se realidade, antes de abrir a boca, realizava-os!

Palavras objetivas e sinceras como no famoso Sermão do Monte, não seriam pauta em nenhuma convenção eclesiástica.

Não chamaria de Sermão, esse nome pareci algo forte, alienador, duro, denominaria de, talvez, "Diálogos Sobre Alegria, Esperança, Fé e Vida no Monte".

Era tão pasciente com seus amigos mais chegados, que um negou e arrependeu-se depois, e outro chegou até traí-lo, mas seu fim foi o suicídio. Sua Vida era baseada nas andanças pelas entranhas do cotidiano. E fazia o indivíduo refletir sobre sua própria existência e jamais recrutando-os ou forçando-os a seguí-lo. "Quem quiser vir após mim...", disse Mané, e não: "Venham após mim...", não pode ser uma imperatividade, uma obrigação, mas sim uma opção, e se a reflexão sobre esse convite vier a ter uma reposta positiva, bem aventurado será.



(Sem falar que os seguidores do Cristianismo, proporcionaram guerras, mortes, inquisições. Muitos que detiam o poder e que dominavam o conhecimento religioso, interrompiam a liberdade de expressão, e conhecimentos diversos que iam de encontro com tais convicçoes erroneas daquele que jamais apoiaria essas misérias que até nos dias de hoje são dissiminadas)



Homem que tinha uma profunda amizade com os puros de coração, seja pobres, ricos, reis, não importa a origem. Sempre houveram pessoas que o conheceram mesmo depois de sua morte através do dom mais imortante que ele deixou, o Ágape de Deus, demonstrando que ele não ficou numa sepultura, mas ressurgiu e ressurge a cada momento que o Amor é transbordado alcançando os mesmos abatidos que sempre foram rejeitados pelo sistema malvado que envolve também o mundo religioso.

José Manoel, o Cristo, não fundou nenhuma religião, não abriu nenhuma igreja, não ordenaria nenhum pastor ou padre (e nçao seria um deles), não faria concílios, nem convenções, enfim, não seria cristão muito menos evangélico.


Reflita muito sobre isso!



Marcus Rios, que gostaria de conhecê-Lo mais e mais!

Ateus de meu Deus


Denis Diderot (1713-1784) é um dos mais ferrenhos críticos franceses da religião, autor, dentre vários, do livro A Religiosa. Nesta obra, Diderot ataca diretamente a Igreja Católica e as práticas eclesiásticas. Além disso, em A Religiosa, o autor denuncia vários abusos cometidos pela igreja - que na época, detinha um poder quase inquestionável perante a população eurpéia como um todo. É célebre a frase em que Diderot diz:

"O homem só será livre quando o último déspota for estrangulado com as entranhas do último padre".

(Revista Conhecimento Prático: Filosofia, p. 26, agosto-2010 / www.conhecimentopratico.com.br/filosofia)

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Pegando essa máxima desse grande pensador, venho compactuar com sua idéia e se possível trocar a palavra padre e acrescetar, pastor, aiatolás, e outros lídres que fazem da religião um fim em si mesmo, e tem como instrumento a opressão.

Percebo o "dedo" do Divino em muitas, mas muitas obras de pessoas como Diderot. Para ser usado por Deus basta ter a sensibilidade de enxergar que religião não tem nada a ver com a realidade. Graças a pessoas como ele para nos proporcionar questionamentos, para nos fazer acreditar cada vez mais em Alguém que está além, ou aqui, ou lá... em todos os lugares...

"Ateus de meu Deus", vai ser uma série de pensamentos, comentários e idéias desses grandes pensadores que só deram contribuições para a humanidade. Se esses filósofos tiveram "comunhão" com o Sagrado, não sou eu que vou responder, nem você, ninguém! Muitos menos quando referimos à salvação, ou coisas do tipo. Não tenho esse poder! Se achas que tem... Converta-se à Vida!

Que isso sirva para nos ajudar a refletir...


Pense muito nisso!



Marcus Rios, não tão crente igual a Diderot.