quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

O Peso da Inquisição


O peso inquisitorial sinto no olhar daqueles que ainda não deixaram as amarras da religião, sinto em mim...

Não consigo libertar-me desse fardo!

Vejo a fogueira no seu semblante, queimando inocentes, me queimando, te queimando... nos queimando.

Santa peste, peste santa, senta! Fala! Renuncie!

Meu deus, seu Deus! Meu Deus, seu deus...

Onde? Quem? Como?

Quero sair daqui, vou embora, mas amarrado estou, o calor desse fogo já chegou à minha cabeça, socorro!

Estou nú... Quem disse? Onde estou? Onde está você?

Espera! A dor está indo... Começo a sentir um alívio. Tudo é diferente agora, novo...

Que lugar bonito... Percebe?

Eu O vejo...

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Deus não existe!!! Respire...


Demorei, mas cheguei a essa conclusão, chega de besteira, de baboseira, como é que pode? Quanto tempo sem perceber... Nem a própria Bíblia, nos remete a tal afirmação: 'Deus existe'.

Com isso, chego a mais uma conclusão, não sei se continuo... não sei se paro... Enfim, continuo a promulgar o Blog, me inspiro a cada dia a escrever, graças a Deus! Opa! Como? Graças a quem? É... Vou explicar com cuidado, Deus não existe, mas não quer dizer que ele não SEJA, Ele É! Outra pergunta: EXISTÊNCIA = SER? Não, ou melhor, depende, é... Neste caso... NÃO! (Que complicação!)

É simples, eu acho... Todavia, cabe a informação (fonte: Wikipédia) :

O conceito de Ser atravessa toda a história da filosofia, desde os seus primórdios. Embora já colocado pela filosofia indiana desde o século IX a.C., foi o eleata Parmênides quem introduziu, no Ocidente, esse longo debate, que percorre os séculos e as diversas culturas até os nossos dias.

O Ser é portanto um dos conceitos fundamentais, se não o conceito fundamental da tradição filosófica ocidental.

Usualmente palavra "ser" assume um dos seguintes significados:

1. Existência: para exprimir o fato de que determinada coisa existe. Por exemplo: "a erva é" (= existe)", mas também "o unicórnio é" (pelo menos na fantasia de quem pensa nele).

2. Identidade: para definir ou distinguir algo ou alguém. Por exemplo: "os franceses são os habitantes da França" ou "Umberto Eco é o autor de O nome da rosa"

3. Predicação: para exprimir uma propriedade de determinado objeto. Por exemplo: a maçã é vermelha.

Todavia os significados usuais não dão conta da variedade de sentidos e das implicações que o conceito de Ser assumiu no curso da história da filosofia. É necessário portanto examinar o modo como o termo foi empregado pelos vários filósofos, ao longo do tempo. Em filosofia, ser é considerado não só como um verbo (existir) mas também como substantivo ("tudo o que é"). Os termos ser e existência podem ter significados diferentes, embora, na linguagem corrente, possam ser sinônimos ("ser" como "o fato de ser" = existência). E, finalmente, identidade e predicação são objeto de estudo também de uma outra disciplina, a lógica, razão pela qual as definições genéricas como as apresentadas acima tornam-se imprecisas.

Existência é a qualidade de tudo que é real ou existe, e também a base de todas as outras coisas. Seus campos de estudo são principalmente a Metafísica (enquanto tratado o aspecto amplo do termo) e a Ontologia (do ser enquanto ser). Sartre foi um filósofo conhecido a tratar temas tais qual a existência, o nada e o ser.

Quando Shakespeare, em sua obra Hamlet, diz: "Ser ou não Ser, eis a questão", imortalizou uma das frases mais contundentes da história, que, de uma certa forma, nos intriga, mas não foi: "Existir ou não Existir, eis a questão", a mesma coisa...? Não, já falei... (rsrs)

Para Existir, basta Ser, porém para Ser, não necessariamente Existe. Logo, Deus não existe, ele paira sobre toda manfestação do SER, para exstir tem que ser gerado, ou criado, e Deus não foi gerado por nada nem ninguém. De onde ele veio? Quem é? Quem é o pai ou mãe dele? Todo mundo já fez esse questionamento. Não sei a resposta, sei que Ele É, e basta!

Nas escrituras sagradas, naquela velha historinha, ou estória, como diz Rubem Alves... Deus aparece, numa sarça ardente queimando, mas não consumia o arbusto, para Moisés e chama-o. Moisés estupefato, pergunta quem é, e a voz que saía da sarça responde: "Eu Sou o que Sou", isso no Hebraico, soa como um suspiro que parece como um som de um vento, e para a história dos judeus, a pronúncia fica como Yahweh (שרי), ou seja o sopro do Ser que dá a existência a todas as coisas. Veja os vídeos "Respiração": http://www.youtube.com/watch?v=omsfI4HLvCA e http://www.youtube.com/watch?v=Uo5c7M7yu80&feature=related

Paulo de Tarso, chamado apóstolo, disse uma vez, na Grécia, trocando uma boa idéia com os filósofos da época, numa indagação de "Ser ou não Ser..." , no areópago ele diz:

"Para que buscassem ao Senhor, se porventura, tateando, o pudessem achar; ainda que não está longe de cada um de nós;

Porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos; como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois somos também sua geração." Atos 17. 27 e 28

Isto é, Deus apenas está, e muito perto, e sinta o sopro de Vida, dando existência ao que não existe, e nos cahamando para SER! Respire!


Pense nisso...


... se quiser!



Marcus Rios, tentando Ser, existindo...




segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Pérola Roubada: O Rosto de Deus


Ricardo Gondim

Rafael, Michelangelo e vários outros pintores tentaram retratar o rosto de Deus. Foram infelizes. Como mostrar na tela quem nunca foi visto? Com a proximidade do Natal, mais artistas procuram esboçar o que imaginam ser o rosto de Deus.

Ele se parece com uma criança? É o frágil bebê das manjedouras? Talvez; o reino do céu pertence aos pequeninos, aos que mamam. Ao tentar desenhar o mistério, o artista termina com um ídolo.

O rosto de Deus, entretanto, pode ser experimentado nos sem-teto que perambulam pelas ruas e dormem nos viadutos das grandes cidades. Quando Jesus nasceu, a família estava sem moradia certa, não possuía recursos para pagar uma hospedaria e viu-se obrigada a refugiar-se em um estábulo.

O rosto de Deus pode ser percebido em vítimas de preconceito e em injustiçados. Sobre o menino que nasceu em Belém pairou uma dúvida: ele era de fato filho de José? O casal não inventara aquela história toda para se safar de um rolo?

O rosto de Deus se revela nos desprezíveis, nos que foram condenados à margem da história. Quando o menino nasceu, ninguém notou ou escutou o alarido dos anjos. A trombeta que anunciou paz na terra pela boa vontade de Deus passou desapercebida da grande maioria. Apenas um punhado de pastores foi sensível para presenciar o momento mais importante da história.

Qual o rosto de Deus? Ele não se parece com os cartões postais ou com o menino de barro das lapinhas. Deus é igualzinho a Jesus. E Jesus é bem parecido com o vizinho do lado, com a mulher que pede socorro na delegacia do bairro e com a família que chora a morte do filho no corredor do ambulatório.

Não é preciso muito para encontrar Deus, basta um coração de carne, humano.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Hamartía

19/11/10


Algumas coisas, creio, que tem que ser desmistificadas, e um dos exemplos mais contudentes que existe no meio judaico-cristão, porque não dizer islâmica também, e, sobretudo com a ploriferaçãoo do cristianismo ao longo da história. É a ideia de pecado, que do grego, sua tradução, ou etimologia significa; erro, ou nos jogos antigos era "errar o alvo", ou seja, quem errava o alvo cometia uma hamartía.

Paulo, apóstolo, numa de suas cartas, mais especificamente aos filipenses, no capítulo 3, versos 13 e 14, diz:

"...só procuro isto, prescindindo do passado e atirando-me para a frente, persigo o ALVO, rumo ao prêmio celeste, ao qual Deus nos chama, em Jesus Cristo."

Nesses versos, atentem-se para "ALVO", isto é (assim penso, e faço uma ilustração), quando mais perto do alvo, óbviamente, muito mais fácil de acertar, mais longe, haverá dificuldade de alvejá-lo, correto? Evidente!

Com essa doidisse, esrevo aos senhores, que assim torna-se mais fácil encarar essa palavrinha - contestada, por alguns, falada por muitos, e não perdoada por centenas de milhares de religiosos - e estes esquecem que existiu O Cara que eliminou toda hamartía daqueles que veem no madeiro escorrendo o Sangue que a expiou...

Bem, o erro ao alvo existe, mas não quer dizer que não possa existir o perdão dele, ora bolas... Porém a idiotisse proselitista supervaloriza o pecado esquecendo que há quem possa nos livrar dessa escravidão psicológica, tudo é uma "hamartía", não pode isso, não aquilo... Ai, ai meu Jah, quanta besteira...

Ufa! Ainda bem que existe esse Blog para alertá-los (viiuxe... risos), melhor dizendo, ainda bem que existe o Mestre de Nazaré para olhar pra você e dizer: "Eu não te condeno, vá e não erre o alvo, não "harmateis", não peques mais", difícil? Não! Impossível! Mas é justamente isso... Mesmo "harmartiando", com ele, apesar dele, Cristo Ama você , sempre!

É um amigão que sempre conta conosco, e esquecemos muitas vezes de contar com Ele!


Pense nisso!




Marcus Rios, um "hamartiador" justificado, sem merecer...





Ilustração Etimológica, fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hamartiologia

Hamartiologia (do grego transliterado hamartia = erro, pecado + logós = estudo), como sugere o próprio nome, é a ciência que estuda o pecado e as suas origens e consequências, ou — se preferível — o estudo sistematizado daquele tema (pecado). Referir, pois, hamartia como "pecado" no sentido espiritual judaico-cristão justifica-se por sua comprovada presença nos textos do Novo Testamento, da Bíblia Sagrada judaico-cristã, fato comprovável por várias traduções/versões de renome mundial, embora a concepção (logo, o conceito) de pecado, em si, variem com as culturas, posto que com as variadas concepções de espiritualidade e/ou religiosidade.

O estudo do pecado e sua origem inevitavelmente incorre na questão da natureza do mal, assim como da relação deste com o homem.

Conquanto usualmente concebido como ramo da teologia cristã, não é necessariamente a esta vinculado, pois esse conceito, em sua abrangência, complexidade e diversidade de entendimentos culturais enseja também, necessariamente, várias concepções em seu estudo.

É, assim, legítimo investigar a gênese e a dinâmica desse conceito e dos seus valores também sob outras ópticas, como a filosófica e a científica e, neste domínio, a médico-psicológica, todas elas necessariamente entrelaçadas pela idéia comum do pecado, como quer que isso signifique ou importe em particular para cada pessoa, per se e no seu núcleo vivencial.


(...)


segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Rythim - Rob Bell (Parte 1) - Legendado

Vejam, e entre nesse ritmo...

Ouça, e sinta a leveza do Divino em seu coração!

"Parte 2" logo abaixo.





Rythim - Rob Bell (Parte 2) - Legendado

sábado, 16 de outubro de 2010

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Bhagavad- Gita

“Se o homem põe a sua atenção nos objetos dos sentidos, sente-se por eles atraído.

Da atração nasce o desejo;
do desejo a perturbação dos sentimentos; da perturbação dos sentimentos o erro; do erro a confusão do pensamento e a ruína da razão; e da ruína da razão nasce a morte”.

(Poema Sânscrito)


Isso é familar? Não?!

Então leia:


"Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta.

Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência.

Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte."

(Tiago 1. 13-15)


Não Importa como você O chama, mas lá ele está...

Ou melhor; aí pertinho, então ouça a recomendação!



quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Paciência - Lenine




Letra:

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não para

Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora vou na valsa
A vida é tão rara

Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência
O mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós

Um pouco mais de paciência
Será que é o tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara (Tão rara)

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para (a vida não para não)

Será que é tempo que me falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara (tão rara)

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei,a vida não para (a vida não para não... a vida
não para)

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Ser, apenas, e uma resposta...

Não sei se vc já se perguntou alguma vez: "O que eu vou ser quando crescer?". Ou; "O que vou fazer?", ou; "O que devo fazer?"...

Perguntas que podem levar o resto da vida sem ter respostas.

Talvez alguém pode ser infeliz mesmo num trabalho muito bem remunerado. A pessoa estuda e tem um alvo, este, é; ter uma boa profissão, ser um profissional liberal, após a graduação fazer um concurso público... Isso tudo é muito bom, bom mesmo. Mas só, não basta, a melhor resposta pode ser além, pode ganhar bem, e ter dado a resposta certa; pode ganhar mal, e ter dado reposta correta também, mas não deixa de ter o essencial, sendo este muito subjetivo, a depender do estilo de vida, ou não.

A resposta quem dar é cada um, numa individualiade - não individualismo - na essência do Ser. Isso mesmo, Ser! Como assim? Tenho certeza que o vazio se estende sobre os humanos, quando não fazem o que realmente devem fazer.

Ganhar dinheiro, ou muito dinheiro, ser bem sucedido na vida é o sonho de muitos e com razão devem correr atrás dos sonhos, trabalhar é bom, estudar para aprimorar as habilidades profissionais também. Mas não basta, eu acredito, que, numa espécie de vocação, não no sentido proselitista, e, sobretudo, tem que sentir que a vida correspondeu com nossas assertivas.

Assertividade, outra palavra que requer mais uma psotagem detalhada.

Todavia, temos que ser assertivos, para sermos bem sucedidos. Motivação para levar à consciência para superarmos barreiras que o cotidiano nos reserva.

Ser, apenas, pode dar um vasto leque de oportunidades, essencialmente, bucar em nós a resposta que devemos dar. As diversas manifestações, das variadas formas de filosofia, e/ou crença também ajuda nessa caminhada. As vezes só atrapalha, mas depende do foco, como, onde e em quem depositamos nossa confiança, ok?!

Ademais, outra coisa que atrapalha a caminhada do sucesso pessoal é "quem devemos agardar". Talvez o que move sua vida são as vontades de outem, pais, família, amigos...

A resposta você até sabe, mas não tem coragem de expor, mas de uma coisa teho certeza; tomar a decisão correta pode ser dolorosa, mas, com certza, muitos bons frutos colherá e terá um sabor de vitória, e àqueles que quiseram te influenciar, mesmo que não queiram, verá teu sucesso!


Pense nisso!



Marcus Rios, onde a dor se transforma em sabor!

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

O Livro de Eli - trailer legendado (HD)

O Livro de Eli, a Religião e a Vida


Recetemente, alguns meses atrás, nos cimenas de todo o mundo estreou um filme cujo o nome é O Livro de Eli, com Denzel Washington, personagem de Eli. Conta que um homem cego, tem uma missão de levar um livro ao outro lado do país, e por ironia em Alcatraz. Diz ter ouvido uma voz, "saindo dentro dele mesmo", que era para levar um livro, único que restara no mundo, pois todos foram queimados.

Com um tom, apocalíptico ou escatológico, mais este que o outro, mostra no decorrer das cenas que o tal livro serve para dominação para os religiosos, para àqueles que sempre o leram como apenas um livro. Carnegie (Gary Oldman), recruta alguns homens para porcurarem o Livro, pois com ele poderia dominar as pessoas, apenas como um poder religioso. Diferentemente de Eli que, quando entrega, por livre e espontanea pressão, faz uma reflexão: "eu tive esse Livro por trinta anos, e só agora eu percebi que tenho que fazer o que estava escrito; o que eu faço pelos outros tem quer ser mais imprtante, que pra mim mesmo", converteu-se à Vida!

Com essa história, quero ilustrar o seguinte; o mundo precisa do Livro, para que? Dominar, escravizar, manipular, guerrear, matar, estuprar, "santificar", idiotizar, enfim... lascar com os que não tem acesso ao livro, ou até tem, mas não fazem o mais importante: que o conteúdo entrem no coração, não apenas ter o Livro, mas as Palavras do livro transformando nosso cotidiano para melhor.

Acontecem com todos que o tem, os judeus querem uma terra por causa do Livro, América julga-se mais importante por causa do Livro, os islâmicos radicais explodem-se por causa do Livro... E todos entram na mesma armadilha, por causa de mensagens interpretadas por eles mesmos, "o meu deus é o verdadeiro, mais importante, e tem que ser do meu jeito." E o resultado... (?)

Basta Tê-lo para qualquer imbecil abrir as portas de um templo para sarar as tuas feridas hermano, basta adquirí-lo e outros idiotas irem e serem manipulados também.

Quando nos convertemos à Vida, os valores do Livro deixa de ser apenas uma história, passa a ser um manual de caráter, de sinceridade e serviço. A Magia nos contagia! Por um lado, no filme, mostra Carnegie representando Constatino, Roma, a Reforma, o pastor, o padre; por outro, mostra Eli, um cara que entendeu a verdeira mensagem, e preferiu ser gente. Mesmo se fosse preciso sofrer para levar a vida, para outros terem Vida.

Neste blog, bato sempre na tecla da Vida, do Ser Humano, de caráter... Mas não tenho outras palavras pra dizer além de coisas que relamente fazem parte Daquilo que eu entendo como a chave de uma sincera visão de humanidade, de razão... Tento, não ser repetitivo, mas com outros temas quero ser diverso, o que eu puder fazer, ser um Eli, teho que fazer para que todos entendam que, Quem está por trás do Livro é simplesmente a Vida que quer te libertar da manipulção da Religião.


Basta,


Assista, e pense nisso!





Marcus Rios

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Motivação, união e perseverança!

Pequenas atitudes, grandes ações!

Isso faz diferença na vida!



quarta-feira, 15 de setembro de 2010

O Regime e a Coisa do Povo em Construção


Segundo nossa Carta Magna, a Constituição Federal de 1988, fazemos parte de um país democrático;

PREÂMBULO

Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.


Mas em ano de eleição, paramos para pensar um pouco sobre certas coisas, certos vultos de corrupção, compra de votos... voto de cabresto... Sim! Parece que estamos no século passado, mas não em pleno século XXI, pois ainda há resquícios do passado, não muito distante.

Ainda há, também, gente querendo dominar gente, decidir pelo outro. Se, por exemplo, alguém é empregado de uma determinada empresa, e se o patrão, por ventura descobrir que não votaria no seu candidato... Hum... A coisa não vai ficar boa!

E os grandes proprietários rurais? Permanecem coronéis! Decidem sobre os coitados que circuncidam suas propriedades, em troca de "favores", que só, de dois em dois anos (municipal e estadual/federal), "ajudam".

Tantas injustiças ainda ocorrem pelo Brasil a fora.

Certo que, alcaçamos muitas vitórias. Pós 88 principalmente, e a Constituição foi um grande marco histórico para o nosso país.

E ainda acredito, que muitas outras conquistas virão. Basta elegermos pessoas que realmente tenha um ideal democrático de verdade. Somos nós que, colocamos esse povo no poder, e qualquer um de nós, dentro de um sistema de igualdade e democracia, podemos ser eleitos, basta se candidatar(pelo menos um palhaço assumido se candidatou em São Paulo, Tiririca). Aquela idéia; "todo político é ladrão, corrupto", creio que nem todos. Se assim fosse, etávamos, f... ferrados...

Mudança em nós, primeiro, para podermos criticar, se, de outra forma, nos tornamos iguais. Alguém me disse uma vez: "O poder não corrompe, mostra quem de fato é." É muito interessante, e bastatnte filosófico, mas acho que as duas coisas, eu acho...!

Depende muito, de quem, ou de Quem; do que, ou do Que; direciona nossas vidas, e ou ideias, o povo em primeiro lugar, desevolvimento humanitário. Se um politico superfatura verbas públicas, falta melhorias para educação ou saúde, por exemplo. Isso paira mais pela questão de princípios morais e éticos, educação, muito provávelmente.

Quando o país vai mudar, eu não sei. Espero que o mais rápido possível, nós, eu disse; nós, também ajudemos para que essa realidade mude.

Que tal um Projeto de Lei para que filhos de políticos, e eles próprios só estudassem e só fossem atendidos, em escolas e hospitais públicos? Olha só que ideía...? Será que funcionaria...?

Todavia, saindo da ilusão, ou sonho possível, democracia ("demo+kratos", é um regime de governo em que o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos, povo, direta ou indiretamente, por meio de representantes eleitos — forma mais usual. Uma democracia pode existir num sistema presidencialista ou parlamentarista, republicano ou monárquico) e república (respublica - res = coisa, publica = povo, "coisa do povo"), podem um dia, no Brasil e em outras partes do planeta, ser em sua essência , representar aquilo que na origem das palavras sejam de fato e de direito.

Para que um Estado, seja realmente democrático e republicano, não basta apenas estar positivadas, sacramentadas numa lei, mas, sobretudo, conscientemente em cada ciddadão para expulsarmos de uma vez as quadrilhas de colarinho branco (um ou outro sobra) dos assentos das assembléias, congresso e camaras. Analisemos então, muito, nessas eleições em quem vamos votar!


Pense bastante nisso!



Marcus Rios



Padre Alfredinho

Que preciosidade!

Ouça e veja a simpliscidade desse santo! Como não acreditar em Deus? É assim, pelas ações que
relamente O percebemos!

Maravilha!

Maiores informações sobre Padre Alfredinho veja no link abaixo:

http://www.caiofabio.net/2009/conteudo.asp?codigo=05488

Um homem que sofreu em campos de concentração durante a época do Nazismo, mas mostra a magia da Vida!


terça-feira, 14 de setembro de 2010

Santa Subversão

Há alguns dias, conversando com um amigo , falávamos de alguns assuntos que rotineiramente faz parte de questões que regem nossa vida.

Nesse bate-papo rápido, nos refirimos a um pregador da mensagem do evangelho, e a primeira referência que veio em mente foi que ele estaria maluco, doido, lelé mesmo. Minha resposta, muito respeitosoa, eu acho. Foi que: não importava se ele era doido varrido, o que importava era que o Cara sobre quem ele falava era mais doido ainda! Como assim?

Esse Cara, que andou pela Galiléia, falando de um reino de "outro mundo", e que este estaria dentro de nós, que o sistema é malévolo, que a religião não presta, que os fariseus eram uma cambada de gente corrupta, e também os denominavam de sepulturas enfeitadas, e por aí vai. Era lunático.

Brother! O primeiro milagre que esse mano fez foi transformar água em cachaça numa festa! E mais, ele bebeu e dançou! Imagine você num meio religioso fazendo isso?! PQP!!! Depois saiu chamando, um bando de doido que deixava o que tava fazendo para "subverter-se", mas esses, não entendiam ao certo tamanha loucura, no início achavam que os Armadinejades, os Bushs cairiam fora, uma revolução socialista antipetista ia acontecer, e a galera ia "se picar" de Israel, grande frustração! A nova dominação era meio que abstrato.

Um filho da mãe, ou melhor, um filho do Pai, que sem medo nenhum de ser taxado de louco, no meio de tanta gente cheia de si e dos outros, ouvia falar de seus próprios lábios, que ele e aquele Pai era um só, que não havia rendenção fora dele, que era o caminho, sem pagar pedágio nenhum, que é a verdade pura e genuína, e a Vida meu querido... Louco é esse cara que enfrentou a leviandade dos inescrupulosos, em pleno Templo derrubou as indulgências da época.

Essse homem era tão doido, tão doido, que disse que era preciso comer de sua carne, e beber de seu sangue, imagine só meu caro ele falando isso para você, olhando em teus olhos, que só espera coisas boas vindas do alto. Quando via o povo chegando perto, e sabendo de suas intenções ,em seu íntimo, e conhecendo qual seria o pedido daqueles que esperavam mais coisas miraculosas, disse mais; que foi o pão do ceú que desceu, e seus pais comeram no deserto (no Exodo). Quando vira o povo indo embora por causa de tal discurso, ouviam falar: "que absurdo, essa conversa não dá para mim, esse aí não é aquele carpinteiro filho de Maria e José? Deixe-me ir..." Mas o maluco beleza olhou para os que estavam perto e perguntou: " Querem ir também?" A resposta foi mais doida ainda, de outro doido: "Para onde nós iremos, se só você tem as Palavras de Vida eterna?"

Ih, lascou tudo!

Eeles perceberam que de alguma forma, a forma não é nada diante do conteúdo, comiam em pleno sábado, o Shabat Santo. Outro problema sério, pois todos os dias são santos para todos os santos, entende? Minha vida, a tua, teu negócio, tua empresa, tua comida, em qualquer tempo e hora...

Loucura, loucura, loucura - já diz o comunicador.

Essa gente quer morrer! E foi assim que aconteceu com aqueles que enlouqueceram também, seguiram a recomendação de que o modelo sistemático, quando levado tão a sério de forma que faz a nossa vida ser guiada por isso, não era a melhor coisa a ser feita. Levaram a sério a proposta do doidão, que não só as palavras, que surtia muito efeito, mas sobretudo seus gestos e ações esperançava os que viam e ouviam a Realidade. Vidas eram (são) transformadas, pois da Água que bebiam saciava a sede.

A coisa mais fácil, o caminho menos doloroso, nos acomoda e molda de uma forma que nos deixa aquietados, seguir alguém, ou algo, religião e filosofias são muito mais práticos, não faz refletir. sobre questões existenciais. Pensar dá trabalho, e quando isso é exposto, há uma consequência drástica, inquisitoriamente sofreremos porque tudo o que melhor, de uma certa forma torna-se pior. Ser honesto, fiel, competente, trabalhador, é coisa do passado, o mundo é competitivo, temos que passar por cima dos outros (essa é a máxima atual para a maioria), não ser religioso para alguns que estão enclausurados, é outro absurdo!

Queremos a mudança já, nos outros, na política, na rua, em casa, no trabalho, e esquecemos que, quem tem que mudar somos nós, primeiro. Não adianta tentar mudar o Mundo, sem começar por nós mesmos, nosso mundo. Mas é preciso ser louco, uma Santa Loucura! Pagaremos o preço aqui, mas receberemos a recompensa num lugar, que tem que ser construído aqui e agora no interior de cada um de nós!



Pense nisso!




Marcus Rios, que gostaria de enlouquecer!

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Vander Lee - Alma Nua






Ó Pai
Não deixes que façam de mim
O que da pedra tu fizestes
E que a fria luz da razão
Não cale o azul da aura que me vestes
Dá-me leveza nas mãos
Faze de mim um nobre domador
Laçando acordes e versos
Dispersos no tempo
Pro templo do amor
Que se eu tiver que ficar nu
Hei de envolver-me em pura poesia
E dela farei minha casa, minha asa
Loucura de cada dia
Dá-me o silêncio da noite
Pra ouvir o sapo namorando a lua
Dá-me direito ao açoite
Ao ócio, ao cio
À vadiagem pela rua
Deixa-me perder a hora
Pra ter tempo de encontrar a rima

Ver o mundo de dentro pra fora
E a beleza que aflora de baixo pra cima
Ó meu Pai, dá-me o direito
De dizer coisas sem sentido
De não ter que ser perfeito
Pretérito, sujeito, artigo definido
De me apaixonar todo dia
De ser mais jovem que meu filho
E ir aprendendo com ele
A magia de nunca perder o brilho
Virar os dados do destino
De me contradizer, de não ter meta
Me reinventar, ser meu próprio Deus
Viver menino, morrer poeta

Fariseu da Graça (não deixei de sê-lo)


Após ouvir uma mensagem na Vem e Vê Tv, do Marcelo Quintela, percebi algo que já havia percebido, ou melhor, já sabia mas não agia com o que sabia!

Para ser mais claro, nós os "reformadres do nada" criticamos a religião, sarcásticamente descontruimos o evagelho dos evangélicos, mas em contrapartida, não fazemos o que realmente deveríamos fazer: anunciar o evangelho do Evangelho.

Estou indignado comigo mesmo, mas a verdadeira Graça nos constrange, primeiro, e, depois abre nossos olhos dia a dia para nos convertermos das mazelas religiosas que criamos em nós, mesmo após saída das instituições.

Porém se não agirmos de fato, continuaremos eternos religiosos, " temos que esquecer de quem somos, mas lembrando por quem fomos chamados", para que assim as ações possam fazer diferença. O respeito a todos devem continuar, mas isso não quer dizer que devamos compactuar com os religiosos. Mas se alguns desses fazem o que não fazemos, mas o que o Mestre ensina, aí sim devemos nos espelhar, e daí eles deixam de ser religiosos e fazem da recomendação de Tiago, por exemplo, sua verdadeira religião (Tiago 1, 22-27; 2).

A construção de vida é eterna! Até o fim dos nossos dias na terra, e só veremos tudo o que é vverdadeiro quando a última trombeta soar no infinito, enquanto isso, vamos enxergar o outro, em nós, sentir, SERVIR!

Saímos da religião, mas ela ainda não saiu da gente. Que Jesus de Nazaré seja nosso Deus, e não o nosso deus, ou o deus de quem quer que seja.

Pense, reflita, creia, mas tenha fé acima de tudo, e além de todas coisas por causa daquelas, ajamos! Já! Ugertemente! As pessoas precisam de nós, uns dos outros, e de outros...

Não quero mais estender, paro por aqui, mas espero que isso baste para você entender (eu também!).




Marcus Rios, um fariseu da Graça. Não deixei de sê-lo, mas gostaria muito de mudar!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

José Manoel Carpinteiro, jamais fora cristão, nem evangélico...

Esse homem simples, na maneira de ser - e quem pensa que era pobre, no sentido de não ter recursos para manter-se, está enganado. Um carpinteiro naquela época era uma profissão não muito remunerada, mas tinha um certo retorno financeiro que dava para comer o pão de cada dia com dignidade e perseverança. Tinha um status de classe média-média, comparando com os dias atuais, nos moldes do brasileiros, digamos assim.

Mané, para os íntimos, era um homem muito bem relacionado, trocava idéia com todos, muito bem humorado e simpático. Conversava sobre esperaça e paz com as pessoas de todas as classes, dos menos favorecidos materialmente, aos grandes da sociedade judaica e romana de sua época. Chamei-o de Mané, não pejorativamente, seu nome era Emmanoel, e mais! Jesus no aramaico quer dizer YESHUA, e este, foi que deu origem aos nomes de Joshua, Josué, Oseias e José, o som pronuciado era o mesmo para todos eles. Logo, YESHUA ---> JESUS ---> JOSÉ / EMMANOEL ---> MANOEL ---> MANÉ / JOSÉ MANOEL / ZÉ MANÉ.

Nome simples, que as vezes soa como chacota. Mas nosso Zé Mané da Silva, o Carpinteiro, era um anônimo, não procurava púlpitos nem fazia marchas para ele mesmo, nem pro seu Pai. E em pouco tempo tornou-se a pessoa mais famosa do mundo, "dono" da religião dominante, chegando até mesmo a dividir a história antes e depois dele, não porque quis, mas assim o fizeram.

Um ser tão humano, e tão divino ao mesmo tempo com um olhar apenas, cativava muita gente, voz suave e penetrante.

Algo extraodinário, estava dentro e saía dele, sacudia o interior dos que tinham ouvidos para ouvir, mas os surdos religiosos não ouviam, e nunca ouvirão, pois o órgão que aguça esse sentido está petrificado. Esse cara era os mais brother de todos com os amigos, e o mais intolerante com o sistema opressor. Movido pela paixão de viver e da liberdade, não aceitava a injustiças, mas com intrepidez combatia com palavras, mas acima de tudo agia, transformando gestos em ações que mudaria o cerne dos que viam a beleza do Amor que transbordava em seus poros.

Cativador de "pessoinhas", de almas feridas, oprimidas, pelo descaso e da pompa política proselitista. "Gente da gente", que não pisaria os pés nos templos atuais, pois os vendilhões vendem mais do que cordeiros, pombas ou relíquias, negociam suas almas com o inferno. Não sentaria na roda dos pastores! Foi mal, foi mal... na roda dos escarnecedores, melhor dizendo, ou esclarecendo! Sua essência é: "Quando olhamos para ele vemos como o ser humano deveria ser, e quando olhamos para ele enxergamos Deus". (Lausane, Suiça - 1974)

Se brasileiro, ia jogar bola, tocar pandeiro, zabumba e acordeon, ouvir Bossa Nova, com a viola seria pantaneiro, nos pampas tomaria chimarrão.

Ah, que saudade dos manés! Seus sonhos tronavam-se realidade, antes de abrir a boca, realizava-os!

Palavras objetivas e sinceras como no famoso Sermão do Monte, não seriam pauta em nenhuma convenção eclesiástica.

Não chamaria de Sermão, esse nome pareci algo forte, alienador, duro, denominaria de, talvez, "Diálogos Sobre Alegria, Esperança, Fé e Vida no Monte".

Era tão pasciente com seus amigos mais chegados, que um negou e arrependeu-se depois, e outro chegou até traí-lo, mas seu fim foi o suicídio. Sua Vida era baseada nas andanças pelas entranhas do cotidiano. E fazia o indivíduo refletir sobre sua própria existência e jamais recrutando-os ou forçando-os a seguí-lo. "Quem quiser vir após mim...", disse Mané, e não: "Venham após mim...", não pode ser uma imperatividade, uma obrigação, mas sim uma opção, e se a reflexão sobre esse convite vier a ter uma reposta positiva, bem aventurado será.



(Sem falar que os seguidores do Cristianismo, proporcionaram guerras, mortes, inquisições. Muitos que detiam o poder e que dominavam o conhecimento religioso, interrompiam a liberdade de expressão, e conhecimentos diversos que iam de encontro com tais convicçoes erroneas daquele que jamais apoiaria essas misérias que até nos dias de hoje são dissiminadas)



Homem que tinha uma profunda amizade com os puros de coração, seja pobres, ricos, reis, não importa a origem. Sempre houveram pessoas que o conheceram mesmo depois de sua morte através do dom mais imortante que ele deixou, o Ágape de Deus, demonstrando que ele não ficou numa sepultura, mas ressurgiu e ressurge a cada momento que o Amor é transbordado alcançando os mesmos abatidos que sempre foram rejeitados pelo sistema malvado que envolve também o mundo religioso.

José Manoel, o Cristo, não fundou nenhuma religião, não abriu nenhuma igreja, não ordenaria nenhum pastor ou padre (e nçao seria um deles), não faria concílios, nem convenções, enfim, não seria cristão muito menos evangélico.


Reflita muito sobre isso!



Marcus Rios, que gostaria de conhecê-Lo mais e mais!

Ateus de meu Deus


Denis Diderot (1713-1784) é um dos mais ferrenhos críticos franceses da religião, autor, dentre vários, do livro A Religiosa. Nesta obra, Diderot ataca diretamente a Igreja Católica e as práticas eclesiásticas. Além disso, em A Religiosa, o autor denuncia vários abusos cometidos pela igreja - que na época, detinha um poder quase inquestionável perante a população eurpéia como um todo. É célebre a frase em que Diderot diz:

"O homem só será livre quando o último déspota for estrangulado com as entranhas do último padre".

(Revista Conhecimento Prático: Filosofia, p. 26, agosto-2010 / www.conhecimentopratico.com.br/filosofia)

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Pegando essa máxima desse grande pensador, venho compactuar com sua idéia e se possível trocar a palavra padre e acrescetar, pastor, aiatolás, e outros lídres que fazem da religião um fim em si mesmo, e tem como instrumento a opressão.

Percebo o "dedo" do Divino em muitas, mas muitas obras de pessoas como Diderot. Para ser usado por Deus basta ter a sensibilidade de enxergar que religião não tem nada a ver com a realidade. Graças a pessoas como ele para nos proporcionar questionamentos, para nos fazer acreditar cada vez mais em Alguém que está além, ou aqui, ou lá... em todos os lugares...

"Ateus de meu Deus", vai ser uma série de pensamentos, comentários e idéias desses grandes pensadores que só deram contribuições para a humanidade. Se esses filósofos tiveram "comunhão" com o Sagrado, não sou eu que vou responder, nem você, ninguém! Muitos menos quando referimos à salvação, ou coisas do tipo. Não tenho esse poder! Se achas que tem... Converta-se à Vida!

Que isso sirva para nos ajudar a refletir...


Pense muito nisso!



Marcus Rios, não tão crente igual a Diderot.

sábado, 14 de agosto de 2010

Era só o que me faltava...


Pr Marcos Feliciano, candidato a deputado federal!!!

Estamos perdidos!!!

Ainda bem que não é aqui na Bahia, menos mal...

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Deus é Ateu!

De acordo com o significado da palavra (http://pt.wikipedia.org/wiki/Ate%C3%ADsmo), cada vez mais percebo que Deus é ateu, abomina deuses e as religiões. Ele não crê que exista deuses, e que estes tem que atender, necessariamente as petições da humanidade, pois bem; se Deus está nas coisas boas, onde ele está nas coisas ruins, o que acontece com ele quando acontece catástrofes, misérias...

E se cada religião fala uma coisa diferente de Deus, ou de algum deus (maiúsculo ou minúsculo), da forma que deve adorá-lo, de fazer rituais, das regras, dos sacrifícios, pois todas as religiões que conheço algo tem que ser feito ou obedecido pra Deus jogar no nosso time. Isso serve para o cristianismo, islamismo, judaismo, espiritismo, hinduísmo, e outros diversos "ismos".

Posto isso, chego a conclusão que os ateus tem a mais perfeita noção a respeito desse deus desconhecido, ou desse não-deus. De onde viemos, pra onde vamos? Se o ocidente é cristão, e vamos para o céu, como que ficam os bilhões de asiáticos que não acreditam no Cristo que "pregamos"?

Deus é Ateu!

O não-deus perpetua na face da terra e não fala, não anda, não faz nada, só causa dor para descrentes e crentes. A grande cartada de Deus não é mostrar-se deus, e sim fazer-se Deus, em cada um de nós. Ou seja, não basta apenas falar que acredita e com conversa fiada dizer que esse Ser faz isso, ou faz aquilo, é assim ou assado.

A essência paira sobre a existência das coisas, basta ser, viver Nele, ter consciência que ele existe não é suficiente, tem que acima de tudo conhecê-Lo. Pois niguém com falatórios vai provar Sua existência, nem o mais crédulo de todos.

O homem mais perfeito que dividiu a história, não dizia que acreditava em Deus, em nenhum momento. Ele "fazia o que Pai fazia, via e depois executava o que tinha que ser feito" (Jo. 5.20), isto é; perceber é diferente de acreditar somente, por exemplo: acreditamos que existe vento, porque nós sentimos a brisa bater em nós. Sentir, perceber, ou até mesmo ver! Ver o Divino andar por nós, foi assim que Cristo fez, o Deus encarnado mostrou como o ser humano deve ser e fazer.

Digo mais, tem ateu sendo "deuses", muito mais que vários crentes, créligos das viversas religiões deste mundo, a questão, talvez, é que ele ainda não percebeu a divindade latejando em seu ser. "Vós sois deuses", disse Jesus e está catalogado em Jo. 10.34, recitando um Salmo (82,6), interpretem como quiser!

Ser é o Bastante, já dizia Paulo Queiroz, autor dum livro cujo nome é aquele. Os "blá blá blás" dessa vida não mostrará e comprovará nada, absolutamente nada, prefiro descrer no deus desse sistema, e acreditar no que vejo: Deus em nós, em pessoas que fazem o que ele faz, e nem quero me referir a grandes milagres, mas a cima de tudo em simplicidade, num carater moldado pelo sobrenatural, sabe como? Sendo apenas gente, vivendo uma verdadeira ebulição interior num sentimento que nenhuma pessoa possa transmitir, sem ser transformado, sendo sal para dar gosto e luz para iluminar a vida!

Pense Nisso!


Marcus Rios, um ateu crente, mais (este não é a conj. adversativa "mas" n, é adj. intensidade) descrente e infiel ao que faz!


Ele, em nós, para nos fazer acreditar!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

O Tempo e o Templo


O Tempo e a igreja, a Igreja e o templo...

O Templo e a igreja, o tempo, o templo...

As cores do tempo, a vista do templo,

As formas das cores, o tempo da vista!

A ideia das coisas, as coisas que vemos...

O templo, o Tempo!


Marcus Rios


(ft. Igreja de São Lázaro, Salvador/Ba)

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

JESUS CRISTO GOSPEL PEDE ORAÇÃO!


Quando eu ia nascer um anjo visitou minha mãe e disse que eu era o Filho de Deus. Depois ela foi visitar uma prima e o Espírito Santo fez o neném de minha tia saltar de alegria por minha causa. Sou um predestinado, aleluia!

Quando nasci vocês precisavam ver: Era mago para lá e pra cá; ouro, incenso, mirra; um coral de anjos lindos, cantando uma música divina, e até uns pastores de ovelhas ouviram e foram me adorar.

Mas a minha importância não parou aí. Até Herodes tremeu, aleluia! E mandou matar criancinhas para ver se me levava junto; mas um anjo me salvou.

Quando voltei tive que ficar quieto e aprender aquele oficio básico, que era só um disfarce; pois, eu fiz as florestas, já me imaginaram de carpinteiro? Isso acabou me prejudicando hoje em dia; pois agora todo mundo diz: “Ali vai o carpinteiro!” Vê se pode?

Eu mal esperava a hora de me mostrar ao mundo...

Quase o diabo me levou nas propostas que me fez, mas eu sabia que se aceitasse aquilo não viraria “Deus” pros outros. Então, agüentei firme.

Então, quando me soltei... foi cura pra todo lado.

Eu adoro ver o povo me ver, me desejar, me procurar, me implorar... Eu me sinto tão útil. Mas é verdade que a vida de meu primo João eu não queria pra mim. Deus sabe e me poupou de tal sorte sem sorte.

Já salvei casamentos com meu poder de fazer água virar vinho (e já sabia que podia, pois vinha tentando fazia tempo). Foi fundamental para estabelecer minha credibilidade.

E as outras coisas?

Naquele dia dos cinco pães e dois peixes foi o máximo. Liberei meu maior potencial até então. Mas acalmar ventos e ondas? Ah! Foi o máximo. E quando andei sobre as águas? Ver aqueles discípulos me chamando de Filho de Deus!... Ah! Se César tivesse ouvido! Mas vai chegar a hora dele...

Amém ou não amém irmãos?

Quando abri os olhos ao cego de nascença nem eu acreditei. Foi demais minha gente. Só Deus mesmo. Quer dizer: Só eu mesmo!

Lázaro, todavia, foi a glória. Quem dera todo mundo tivesse visto. Mas abafaram o caso. Que pena. Era a minha chance. Os invejosos do meu poder quiseram me matar...

Agora eu estou aqui, na casa de Caifás, esperando a decisão deles!

E as 12 legiões de anjo não aparecem...

Já pedi ajuda a Nicodemus e José de Arimateia. Mas parece que Judas está tentando algo. Espero que não mude de idéia.

Aqui neste poço da casa do Sumo-Sacerdote de Israel está me dando um grande arrependimento de não ter pelo menos atendido ao convite dos gregos e ter mudado para Edessa.

O mundo merecia me conhecer. É um absurdo minha vida acabar assim.

Mas eu tenho um segredo:

Escrevi um livro contando tudo; se me matarem o livro vai sair; aí todo mundo vai saber quem sou; pelo menos a História vai saber.

É uma pena! Mas eles não souberam me usar. Agora estou aqui, sem esperança para o futuro.

Minha esperança é que Gabriel apareça, ou que Miguel venha. Se não, a Cruz. Mas isso está amarrado em meu nome.

Cruz? Que Cruz! Eu determino que não haverá Cruz. Sou Filho de Deus. Ele me honrará e não deixará que eu morra a morte do ímpio.

Tenho que parar...

Eles estão vindo...

Orem por mim...

Faça um clamor para o Pai me poupar da Cruz!

Isso não é morte para o Filho do Rei!

Um corrente, gente... Façam uma corrente!...


J.C. Gospel

322 Depois de Mim.


http://www.caiofabio.net/2009/conteudo.asp?codigo=03521

terça-feira, 3 de agosto de 2010

O último cristão


A questão é bem simples. A Bíblia é muito fácil de entender. Mas nós, cristãos, somos um bando de vigaristas trapaceiros. Fingimos que não somos capazes de entedê-la porque sabemos que no minuto que compreedermosestamos obrigados a agir em confirmadade. Tome qualquer palavra do Novo Testamento e esqueça tudo a não ser o seu comprometimento de agir em conformidade com ela. "Meu Deus", dirá você, "se eu fizer isso na minha vida estará arruinada. Como vou progredir na vida?".

Aqui jaz o veradeiro lugar da condição cristã. A erudição cristã é a prodigiosa invenção da igreja para defender-se da Bíblia; para assegurar que continuemos sendo bons cristãos sem que a Bíblia chegue perto demais.

Ah, a erudição sem preço! O que seria de nós sem você? Terrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo. De fato, já é coisa terrível estar sozinho com o Novo Testamento.



Soren Kierkegaard


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Vou tentar, despretenciosamente, "complementar"...

Ou seja, terrível é fingir que sabe, o que não sabe, ou não saber o que sabe.

Nós, realmente, se não incorporarmos o Espírito, Daquele que foi, e que é o prncipal personagem do NT, do VT, da história, da vida... nada adiantará, e vamos continuar a sempre ser vigaristas trapaceiros!

Esse "incorporar", tem que estar longe de uma intenção religiosa, pois se fosse assim, continuaríamos, novamente, a ser vigaristas trapaceiros, ou pior! Ser um repetidor de outros vigaristas trapaceiros! (risos)

Esse tal "incorporar" é nada mais, nada menos, simples e puramente imitar, repetir, fazer, refazer, àquilo que foi contado através de ações e atitudes do jovem carpinteiro, que "discaradamente" (num bom sentido, isto é; sem cara, sem medo) desmontou uma estrura, esta, no ser de alguns que estavam cansados de viver debaixo do julgo do sistema religiso. Hoje, isso não é diferente, acontece "dentro e fora" dos guetos religiosos, da mediocridade cristã, evangélica, católica... e por vai! O Cristo ressurreto sempre em nós, e menos idiotices remedadas das mazelas miserentas... chega! Paro por aqui, se não...

Pense nisso!



Marcus Rios, um dos vigaristas trapaceiros menores, ou... sei lá!

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Pensamento Zen


Quem é mestre na arte de viver distingue pouco entre o trabalho e o seu tempo livre, entre sua mente e seu corpo, a sua educação e a sua recreação, o seu amor e sua religião.


Dificilmente sabe o que cada coisa vem a ser.


Persegue simplesmente sua visão de excelência em qualquer coisa que faça deixando aos outros decidir se está trabalhando ou se está se divertindo.


Ele pensa sempre em fazer ambas as coisas juntas.

sábado, 1 de maio de 2010

Serra do Pintado - Valente/Ba

A beleza de um Sertão chamado Valente.

Nada como escalar uma serra com os amigos, comtemplar o verde de uma terra que difilmente fica, mas basta cair um pouco de água para estas terras fertéis sertanejas colorir o chão, e um pôr - do - sol maravilhoso.

A beleza está nas pequenas coisas valorizadas...

A amizade, a pedra e a terra, o verde e o azul no horizonte...

O vermelho do sol atrás do mandacaru!































Conexão à Eternidade


Eu sou uma pilha de crises, mas quando volto a escrever, ela ou elas saem um pouco. Durante minha vida fui muito inconstante na minhas decisões, porém uma me deixou com uma certeza. Esta que , quando respiro sinto o ar da Eternidade, paira sobre minha vida.


Tudo isso deu-se quando percebi que a própria Eternidade fazia parte dos pensamentos que rondam minha mente. O Sagrado começou a interagir comigo. Não sei se dou graças a religião... pensando bem, até que, minha passagem por elea fez-me enxergar o quanto ela não presta, pois concentra todas as atenções nela própria, sua mesquinhês e egoísmo não faz do Ser entender que precisa essencialmente transforma-se Humano, um pouquinho redundante, mas a essência tem que, apenas, Ser!

Minha pererinação não acabou, falta muito. E este muito deve justamente a uma Conexão além do além da pretenção de achar que precisa ir muito longe, viajar no cosmos místico, não! Precisamos nos conectar, pois perto está, aí sim! Ir além da compreensão que se torna loucura para os "normais".

Portanto minha jornada não acabará enquanto a Luz da Aurora não aparcer, e quando estampar no horizonte, que eu possa comtemplá-la e recitar uma velha, conhecida e poderosa frase: "Combati o bom combate, terminei minha carreira, guardei a fé".*



Marcus Rios


Nele, em que temos a esperança de sermos eternos!



*II Timóteo 4.7