quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Uma Linguagem Só

"Naquele tempo todos os povos falavam uma língua só, todos usavam as mesmas palavras" Gen. 11-1

Qual será a linguagem de Deus?

Há no mundo 6.912 idiomas, contando dialetos e expressões locais de cada páis e /ou região espalhada pelo planeta. De acordo com a história, fábula ou não, os seres humanos se dispersaram pelo mundo por causa da confusão dos idiomas. Devido a esse desastre existiram várias etnias e povos diferentes com as mais peculiares culturas.

Já noutro momento, fábula ou não (rsrs..), uma multidão reunira-se, todos os anos em Jerusalém, para comemorar o dia de Pentecostes - celebrado 50 dias depois do domingo de Páscoa - e logicamente, se por acaso eram muitas pessoas de várias localidades, falavam idiomas diferentes. Mas, de repente, por um fato miraculoso, divino, todas as pessoas se entendiam, mesmo cada um falando no seu idioma nativo. Contrapondo a ideia do comentário inicial, ou seja, o da dispersão. (Atos 2)

O ponto essencial, é, mostrar que existe uma linguagem universal, e só pra contrariar qualquer história, fábula ou não (hehe...), podemos ilustrar o seguinte: Se uma criança africana, com um semblante entristecido e áspero, olhar para você, não precisa dizer absolutamente nada pra expressar o que ela quer, e dizer que tem fome! Se, por ventura, judeus e muçulmanos (os moderados é claro) derem gritos de socorro, não precisa compreende-los em suas línguas para perceber que eles querem um basta na violência, nas guerras, enfim...

A linguagem é outra, ou melhor a ação é outra, seres humanos querendo expressar uma só linguagem, pessoas gritando na alma um pedido de socorro, e não precisa de intérprete para entede-los!

Nossa missão é aprender uma só expressão, uns com os outros, e muitas vezes um olhar apenas falando mais que as várias palavras, um abraço calando a multidão das vozes confundíveis no meio de tanta desordem!

A linguagem de Deus é o Amor, e dele provém toda compreensão, e quem não Ama jamais pôde conhecê-Lo, pois só assim Ele se comunica, comigo, com você e com qualquer um, em qualquer parte desse planeta! E como diz Rob Bell: O Amor Vence!

Pense Nisso!

Marcus Rios

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

O Som da Eternidade




Por que prestamos mais atenção nos barulhos do dia-a-dia, e esquecemos de perceber a beleza que há nas essências... De tudo...?


A resposta é simples! Pois, a suavidade de uma sifonia não perturba, porém os barulhos causam incomodos escondendo sons que nos convida para o Grande Baile da Vida!


Um dos grandes males da humanidade é: o apego às coisas, e coisas são dispensáveis, por conseguinte, pode gerar a depressão, este um inibidor dos sentidos. Um destes, é a audição, pois "quem tem ouvidos para ouvir que ouça"; numa certa feita o profeta Elias, deprimido, escondeu-se no monte Sinai achando não ser digno da maravilhosa relação com o Deus de seus antepassados, veio um terremoto, e não havia a presença divina, veio uma tempestade, raios e trovões, e também não achara nada. Logo após veio um vento suave e ali estava Aquele que transmite sua paz através da bonança. (1 Reis 19, e vers.)

No parágrafo anterior há um comentário sobre "coisas", e a referência é justamente para elencar o que a cada dia a regência maior é pautada nos mais variados temas tais como: Dinheiro, profissão, enfim, os "status quo" é o que define o que queremos que soe, e o que rege nossa vida. Esquecendo que no interior de cada ser humano há um "grito suave" chamando para um despertar de um sono existencial, ou não existencial.

Jesus de Nazaré nos promete um sopro divino, chamamos-o de Espírito Santo, e este, dentro de nós nos inspira à Eternidade, e, voltando a falar de "coisas" (desculpem as repetições), sendo assim, totalmente descartéveis, não participa dessa conexão infinita. Ao fazer esse "link", nos "plugamos" e começamos a voltar e transformar nossa mente, e o Som da Eternidade vamos ouvir, ou seja, os sons desagradáveis deixam de estar no centro das atenções, e aquele que jorra do coração dá-nos o alívio e a sensação que não somos daqui, esse Som ouviremos para sempre!

O Som ecoa na Eternidade de nosso Ser!



Pense Nisso!




Marcus Rios

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O Refúgio e o Lugar Certo

Conversando e percebendo as dores de alguns que falam comigo, ou que nem mesmo tem tal costume, observo que nem sei o que dizer em horas tão difíceis.

Não sei mesmo!

Existem momentos nessa vida que temos que chorar, entristecer, bradar, e, sobretudo duvidar! Temos este direito!

A parte interessante da dúvida são os questionamentos, daí provém algumas respostas, e muitas vezes não vem absolutamente nada. Respostas de quem, de onde...?

A prontidão dos falatórios encontramos na mais fajuta medíocridade (pra não dizer coisa pior...) das peripécias inventadas pela humanidade: As religiões, ou melhor, o Refúgio; nela encontramos as mais variadas estirpes de comentários e "soluções" designadas para aquele que está sofrendo, posterior a isto vem a máxima: "Pare de Sofrer"! Enquanto isso, vem o sábio e diz que existe o momento para tal! (Ecl. 3, 2...)

Em contrapartida, existe o Lugar Certo, e gostaria de dizer-lhes que eu não sei como alguém pode chegar, pois o caminho quem traça é você, mas o Caminho engloba os caminhos traçados!

Todavia, um homem de algum lugar do Oriente, eu disse Oriente, oriente-se... Em meio às suas aflições, dores das piores imagináveis e inimagináveis, sofreu coisas que pra explicar a alguém só mesmo em fábulas bíblicas (não quer dizer, que não possa ser verídicas...), ele comeu o pão que o diabo amassou, perdeu mulher, filhos, bens, e pra completar vem uma cambada de "carniceiro" pra piorar a vida do cidadão. Um dizia de cá, outro falava de lá, que ele tinha blasfemado contra o Todo Poderoso - todo mundo conhece esse "blá blá blá".

Bem... Reportemos para hoje, alguém que sofre não sabe o por que, amaldiçoa tudo e a todos... E daí? Nos coloquemos no lugar desses coitados, que apenas precisam do silêncio abençoador, do abraço confortante, das lágrimas compartilhadas, e das palavras "estou do teu lado"; pra essas coisas não há preço que pague!

Voltando ao homem citado anteriormente, ele não tinha Refúgio, pelo contrário, nem existia. Pensando bem, alguns já estavam construindo-o para que, de uma certa forma, o pobre coitado caísse numa rede que dificilmente, uma vez fisgado, não conseguisse desenrolar. Esse "cabra da peste", não era judeu, mulçumano, católico ou prostestante, enfim (...) Era ele mesmo tentando achar o Lugar Certo, tropeçou, mas encontrou olhando para si mesmo, aflito, e diante de suas blasfêmias pôde dizer, em outras palavras, achei o Lugar Certo, pois eu conheço porque posso vê.

O caminho foi construído, através do Caminho que já existia, e por Ele são direcionados, outros, e outros, e outros...

Pra que tanta desgraça? Não sei! Só sei que o Lugar Certo só há no Caminho que está perto de nós!

Pense Nisso!

Marcus Rios

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

SOFISTICAÇÃO!

Nossa Língua Portuguesa (Parte III)

Definir ou redefinir, eis a sofisticação!

Mais uma para o estoque, lá vai...

sofisticar (so-fis-ti-car)
v.t.
Tornar sofisticado; sutilizar, sofismar, complicar desnecessariamente.
Alterar, falsificar, adulterar.
Requintar, complicar com afetação, com exagero.

A origem da palavra SOFISTICADO, é derivada do grego: Sofisma (do grego antigo σόϕισμα -ατος, derivado de σοϕίξεσϑαι "fazer raciocínios capciosos") em filosofia, é um raciocínio aparentemente válido, mas inconclusivo, pois é contrário às próprias leis. Também são considerados sofismas os raciocínios que partem de premissas verdadeiras ou verossímeis, mas que são concluídos de uma forma inadmissível ou absurda.

Por definição, o sofisma tem o objetivo de dissimular uma ilusão de verdade. É um conceito que remete à ideia de falácia, sem ser necessariamente um sinônimo.

Em outras palavras, se você é Sofisticado, é uma pessoa que não condiz, necessariamente, com o que é de fato, ou seja não traz algo puramente verdadeiro.

Portanto, queridos, a Sofisticação não tem nada em si mesma a manifestação mais simples da realidade! É um disfarce, uma simulação.

É uma falta de naturalidade; excessiva sutileza!


Pense Nisso!



Marcus Rios

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

DesConFiança

(Confiança: vem do Latim CONFIDENTIA, “confiança”, de CONFIDERE, “acreditar plenamente, com firmeza”, formada por COM, intensificativo, mais FIDERE, “acreditar, crer”, que deriva de FIDES, “fé”)

A "Com"Fiança ficaria melhor?

Confiar é um tiro no escuro, esperando alvejar o melhor ponto. Logo, a Confiança é algo que a cada dia fica complicado de ser adquirida, e/ou ser depositada em algo, e, principalmente, em outrem.

Portanto se a confiança é um tiro no escuro (...) Penso, e reflito; o difícil é creditar, e (...) Pergunto:

Perdeu-se, por que nos outros não devemos confiar? Ou, eu mesmo não seria ConFiável, para quaisquer atos, propostas, segredos, relacionamentos...

Trocando em miúdos, nós não confiamos em nós mesmos! E temos a certeza que não seremos para os outros, devemos confiar em que, ou em quem? Por isso, a DesConFiança prevalece!

"O inferno são os outros" (???)



Pense nisso!



Marcus Rios



ps.: Maiores informações em http://pt.wikipedia.org/wiki/Confiança

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Retou foi?

Retou foi? ("Nossa Língua Portuguesa II)

Gente querida do meu Brasil, e adjacências! hahaha...
Se você um dia falou: "Tô retado", " Vou me retar com você, vuh" (rsrs), tome cuidado, tome muito cuidado, e espero que venhamos não pronuncia-la com muita ênfase, ou até mesmo jamais mencionar esta palavrinha tão apreciada, principalmente por nós nordestinos.
No português erudito, RETADO, tem sua origem nada mais, nada menos, na palavra RETO, isto mesmo! Intestino Reto, ou seja, se alguém está RETADO ou RETADA, está com algo enfiado no reto!
Meus caros, a cada dia que passa não sei se deixo de compreender os vocábulos inóspitos da nossa querida língua portuguesa, pois bem, espero, após o textículo, eu disse teXtículo, e não com "S", tenhamos muita calma nessa hora... Jamais sair por ai com o RETO na boca, ou com o (*) na mão...
Trocando em miúdos, ou sem mais delongas quem "Está Retado", ou quem "Retou-se", simplesmente TOMOU NO (*)... Piiii.........



Marcus Rios


Pense nisso, mas com muito cuidado!

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Os "ismos" e suas consequências I

O que fazer com teu cin"ismo"!?

É, somente, não criar mais um.

E, ninguém mais suporta isso!

Então, pare com seu cristianismo...

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

O Peso da Inquisição


O peso inquisitorial sinto no olhar daqueles que ainda não deixaram as amarras da religião, sinto em mim...

Não consigo libertar-me desse fardo!

Vejo a fogueira no seu semblante, queimando inocentes, me queimando, te queimando... nos queimando.

Santa peste, peste santa, senta! Fala! Renuncie!

Meu deus, seu Deus! Meu Deus, seu deus...

Onde? Quem? Como?

Quero sair daqui, vou embora, mas amarrado estou, o calor desse fogo já chegou à minha cabeça, socorro!

Estou nú... Quem disse? Onde estou? Onde está você?

Espera! A dor está indo... Começo a sentir um alívio. Tudo é diferente agora, novo...

Que lugar bonito... Percebe?

Eu O vejo...

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Deus não existe!!! Respire...


Demorei, mas cheguei a essa conclusão, chega de besteira, de baboseira, como é que pode? Quanto tempo sem perceber... Nem a própria Bíblia, nos remete a tal afirmação: 'Deus existe'.

Com isso, chego a mais uma conclusão, não sei se continuo... não sei se paro... Enfim, continuo a promulgar o Blog, me inspiro a cada dia a escrever, graças a Deus! Opa! Como? Graças a quem? É... Vou explicar com cuidado, Deus não existe, mas não quer dizer que ele não SEJA, Ele É! Outra pergunta: EXISTÊNCIA = SER? Não, ou melhor, depende, é... Neste caso... NÃO! (Que complicação!)

É simples, eu acho... Todavia, cabe a informação (fonte: Wikipédia) :

O conceito de Ser atravessa toda a história da filosofia, desde os seus primórdios. Embora já colocado pela filosofia indiana desde o século IX a.C., foi o eleata Parmênides quem introduziu, no Ocidente, esse longo debate, que percorre os séculos e as diversas culturas até os nossos dias.

O Ser é portanto um dos conceitos fundamentais, se não o conceito fundamental da tradição filosófica ocidental.

Usualmente palavra "ser" assume um dos seguintes significados:

1. Existência: para exprimir o fato de que determinada coisa existe. Por exemplo: "a erva é" (= existe)", mas também "o unicórnio é" (pelo menos na fantasia de quem pensa nele).

2. Identidade: para definir ou distinguir algo ou alguém. Por exemplo: "os franceses são os habitantes da França" ou "Umberto Eco é o autor de O nome da rosa"

3. Predicação: para exprimir uma propriedade de determinado objeto. Por exemplo: a maçã é vermelha.

Todavia os significados usuais não dão conta da variedade de sentidos e das implicações que o conceito de Ser assumiu no curso da história da filosofia. É necessário portanto examinar o modo como o termo foi empregado pelos vários filósofos, ao longo do tempo. Em filosofia, ser é considerado não só como um verbo (existir) mas também como substantivo ("tudo o que é"). Os termos ser e existência podem ter significados diferentes, embora, na linguagem corrente, possam ser sinônimos ("ser" como "o fato de ser" = existência). E, finalmente, identidade e predicação são objeto de estudo também de uma outra disciplina, a lógica, razão pela qual as definições genéricas como as apresentadas acima tornam-se imprecisas.

Existência é a qualidade de tudo que é real ou existe, e também a base de todas as outras coisas. Seus campos de estudo são principalmente a Metafísica (enquanto tratado o aspecto amplo do termo) e a Ontologia (do ser enquanto ser). Sartre foi um filósofo conhecido a tratar temas tais qual a existência, o nada e o ser.

Quando Shakespeare, em sua obra Hamlet, diz: "Ser ou não Ser, eis a questão", imortalizou uma das frases mais contundentes da história, que, de uma certa forma, nos intriga, mas não foi: "Existir ou não Existir, eis a questão", a mesma coisa...? Não, já falei... (rsrs)

Para Existir, basta Ser, porém para Ser, não necessariamente Existe. Logo, Deus não existe, ele paira sobre toda manfestação do SER, para exstir tem que ser gerado, ou criado, e Deus não foi gerado por nada nem ninguém. De onde ele veio? Quem é? Quem é o pai ou mãe dele? Todo mundo já fez esse questionamento. Não sei a resposta, sei que Ele É, e basta!

Nas escrituras sagradas, naquela velha historinha, ou estória, como diz Rubem Alves... Deus aparece, numa sarça ardente queimando, mas não consumia o arbusto, para Moisés e chama-o. Moisés estupefato, pergunta quem é, e a voz que saía da sarça responde: "Eu Sou o que Sou", isso no Hebraico, soa como um suspiro que parece como um som de um vento, e para a história dos judeus, a pronúncia fica como Yahweh (שרי), ou seja o sopro do Ser que dá a existência a todas as coisas. Veja os vídeos "Respiração": http://www.youtube.com/watch?v=omsfI4HLvCA e http://www.youtube.com/watch?v=Uo5c7M7yu80&feature=related

Paulo de Tarso, chamado apóstolo, disse uma vez, na Grécia, trocando uma boa idéia com os filósofos da época, numa indagação de "Ser ou não Ser..." , no areópago ele diz:

"Para que buscassem ao Senhor, se porventura, tateando, o pudessem achar; ainda que não está longe de cada um de nós;

Porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos; como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois somos também sua geração." Atos 17. 27 e 28

Isto é, Deus apenas está, e muito perto, e sinta o sopro de Vida, dando existência ao que não existe, e nos cahamando para SER! Respire!


Pense nisso...


... se quiser!



Marcus Rios, tentando Ser, existindo...




segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Pérola Roubada: O Rosto de Deus


Ricardo Gondim

Rafael, Michelangelo e vários outros pintores tentaram retratar o rosto de Deus. Foram infelizes. Como mostrar na tela quem nunca foi visto? Com a proximidade do Natal, mais artistas procuram esboçar o que imaginam ser o rosto de Deus.

Ele se parece com uma criança? É o frágil bebê das manjedouras? Talvez; o reino do céu pertence aos pequeninos, aos que mamam. Ao tentar desenhar o mistério, o artista termina com um ídolo.

O rosto de Deus, entretanto, pode ser experimentado nos sem-teto que perambulam pelas ruas e dormem nos viadutos das grandes cidades. Quando Jesus nasceu, a família estava sem moradia certa, não possuía recursos para pagar uma hospedaria e viu-se obrigada a refugiar-se em um estábulo.

O rosto de Deus pode ser percebido em vítimas de preconceito e em injustiçados. Sobre o menino que nasceu em Belém pairou uma dúvida: ele era de fato filho de José? O casal não inventara aquela história toda para se safar de um rolo?

O rosto de Deus se revela nos desprezíveis, nos que foram condenados à margem da história. Quando o menino nasceu, ninguém notou ou escutou o alarido dos anjos. A trombeta que anunciou paz na terra pela boa vontade de Deus passou desapercebida da grande maioria. Apenas um punhado de pastores foi sensível para presenciar o momento mais importante da história.

Qual o rosto de Deus? Ele não se parece com os cartões postais ou com o menino de barro das lapinhas. Deus é igualzinho a Jesus. E Jesus é bem parecido com o vizinho do lado, com a mulher que pede socorro na delegacia do bairro e com a família que chora a morte do filho no corredor do ambulatório.

Não é preciso muito para encontrar Deus, basta um coração de carne, humano.